Thursday, July 7, 2011

Tuesday, June 21, 2011

Dentre os vários recursos que podem ser utilizados na educação para a competência em informação, os vídeos talvez sejam os mais criativos. Trazem consigo a possibilidade de entreter e instruir a partir de uma linguagem agradável e divertida. Confira este vídeo produzido pela Biblioteca da Universidade do Texas (San Antonio, Estados Unidos.

Tuesday, May 24, 2011

Wednesday, April 7, 2010

Transmedia generation

Geração Transmídia

Segundo Henri Jenkins, a "cultura participativa é um fenômeno global. Os jovens de todo o mundo estão adotando a expressão e distribuição dos recursos do computador para criar e compartilhar seus próprios materiais culturais com os outros. Estão misturando as tradições da cultura popular local com as formas agora globalmente acessíveis de expressão digital, de uma maneira que não poderia ter sido imaginada por gerações anteriores. E ao fazê-lo, os educadores e os pais estão começando a reconhecer essas comunidades criativas como locais de aprendizagem informal que estão transformando a forma como esses jovens vêem a si mesmos e ao mundo. Em cada país, é diferente. Em cada país, é o mesmo."

"Transmedia storytelling represents a process where integral elements of a fiction get dispersed systematically across multiple delivery channels for the purpose of creating a unified and coordinated entertainment experience."

"More and more literacy experts are recognizing that enacting, reciting, and appropriating elements from preexisting stories is a valuable and organic part of the process by which children develop cultural literacy."



Conheça mais sobre a abordagem da transmídia no blog de Henri Jenkins
http://henryjenkins.org/2010/03/transmedia_generation.html

A International Communication Association mantém varias publicações a respeito do tema das comunicações. Recente número especial da Popular Communication: The International Journal of Media and Culture (aka PopComm) apresenta vários artigos sobre a questão da convergência digital na América Latina.

Tuesday, April 6, 2010

Análise de Discurso e nuvens de tags

Uma ferramenta muito interessante que pode auxiliar na análise das plataformas e visão de governo do Presidente e dos presidenciáveis é a análise dos discursos feitos a partir da geração de nuvens de tags. Em seu Blog, José Roberto de Toledo tem feito uma série de análises interessantes, que vale a pena aprofundar.

Discurso de Dilma em sua despedida do cargo



Discurso de José Serra em sua despedida do cargo



Discurso de Lula



Fonte: TOLEDO, J.R. Blog. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/ Acesso em 06 abril 2010.

Presidência e presença na Internet

José Roberto de Toledo em seu Blog (http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/) tem feito uma série de análises baseadas no uso das ferramentas 2.0 da Internet. A seguir, são apresentados algumas de suas análises, a fim de ilustrar as possibilidades de obtenção de informação e conscientização do eleitor.

"Há correspondência entre a presença dos candidatos a presidente na web e sua intenção de voto. Quanto mais aparecem, mais bem colocados nas pesquisas. Difícil apenas saber o que é o ovo e o que é a galinha: se é a preferência eleitoral que precede a fama internética ou vice-versa. Muito provavelmente é um ciclo virtuoso.

Maior intenção de voto abre mais espaço digital, torna o candidato mais famoso, aumenta o seu grau de conhecimento pelo eleitorado e o seu potencial de voto.

Abaixo, estão os gráficos de evolução das citações dos quatro principais candidatos a presidente do Brasil nos últimos oito anos na web, segundo o Google. Em vermelho, o número de citações acumuladas no período. Estão incluídos todos os tipos de websites, de blogs ao noticiário."



Ainda segundo Toledo, "percebe-se que o líder das pesquisas até agora, José Serra (PSDB), é também o mais citado na internet, segundo o Google. Os links com seu nome se concentram nos anos em que disputou eleições: 2002 (para presidente), 2004 (prefeito), 2006 (governador). Depois de eleito para governar São Paulo (tornando-se assim um possível candidato a presidente), Serra aumentou bastante seu espaço na web, independentemente das disputas eleitorais. Somou nesses oito anos 53 mil citações."



Continuando suas análises, Toledo observa que, "entre 2002 e 2010, Dilma Rousseff (PT) passou de anônima digital a “hit” na web. Sua popularidade digital tem picos que coincidem com sua nomeação para o Ministério das Minas e Energia no primeiro governo Lula (começo de 2003), com sua “promoção” a ministra-chefe da Casa Civil (2005) e com as indicações crescentes dadas pelo presidente, a partir de 2007, de que ela seria sua candidata à sucessão em 2010. Acumulou 47 mil citaçõesnesse período, segundo o Google."



"Ciro Gomes (PPS) depende das eleições majoritárias para se projetar na web. Seus picos de popularidade digital ocorreram em campanhas à Presidência. A primeira, em 2002, quando disputou com Serra e Lula, chegou a ficar em segundo lugar nas pesquisas, mas acabou caindo na preferência do eleitorado e no Google. Desde o ano passado, quando se lançou na corrida presidencial, teve uma nova escalada na web. Desde 2002, acumulou 15 mil citações."

Monday, March 29, 2010

Monday, March 22, 2010

Mídias e liberdade de informação

Publicação da UNESCO é lançada em português.

Conforme declarado na sua Constituição, a UNESCO se dedica à “promoção do livre fluxo de ideias por meios verbais e visuais”. Seus esforços na área de desenvolvimento da mídia e na defesa da liberdade de imprensa, ao longo das últimas décadas, constituem uma forte indicação do compromisso inabalável da Organização com o desenvolvimento de uma mídia livre, independente e pluralista. Esse foco na assistência ao desenvolvimento da mídia está claramente vinculado ao potencial da mídia no fortalecimento dos processos democráticos participativos, transparentes e responsáveis, considerando todos os atores da sociedade.

As evidências mostram que um ambiente livre, independente e pluralista para a mídia é essencial para a promoção da democracia. Ademais, ao oferecer um meio de comunicação e acesso à informação, a mídia pode ajudar a assegurar aos cidadãos e às cidadãs as ferramentas necessárias para fazer boas escolhas e a melhorar sua participação no processo decisório relativo a questões que afetam suas vidas.

A assistência ao desenvolvimento da mídia é, pois, um componente indispensável das estratégias de desenvolvimento, embora ainda precise conquistar um reconhecimento mais amplo e um custeio adequado da comunidade de financiamento internacional.

É nesse contexto que o Conselho Intergovernamental do Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (IPDC) da UNESCO decidiu que era importante identificar as principais características de um ambiente de mídia no qual possam prosperar a liberdade de expressão, a independência e o pluralismo


Clique sobre a imagem para acesso ao texto completo.

As cinco principais categorias de desenvolvimento da mídia
são as seguintes
:

CATEGORIA 1: Um sistema regulatório favorável à
liberdade de expressão, ao pluralismo e à diversidade
da mídia: existência de um marco jurídico,
regulatório e político que resguarde e promova a
liberdade de expressão e informação, baseado nos
padrões internacionais de práticas recomendadas e
formulado com a participação da sociedade civil.

CATEGORIA 2: Pluralidade e diversidade da mídia,
com igualdade de condições no plano econômico e
transparência da propriedade: o Estado promove
ativamente o desenvolvimento do setor de mídia de tal
maneira a impedir a concentração indevida e assegura
a pluralidade e transparência da propriedade e do
conteúdo nas vertentes pública, privada e comunitária da mídia.

CATEGORIA 3: A mídia como uma plataforma para o
discurso democrático: a mídia, quando inserida em
uma atmosfera prevalente de autorregulamentação e
respeito pelo ofício jornalístico, reflete e representa a
diversidade de opiniões e interesses na sociedade,
inclusive aqueles dos grupos marginalizados. Há um
nível elevado de informação e educação para a mídia.

CATEGORIA 4: Capacitação profissional e apoio às
instituições que embasam a liberdade de expressão,
o pluralismo e a diversidade: os profissionais da mídia
têm acesso à capacitação e ao desenvolvimento profissional,
tanto vocacional como acadêmico, em todas as
etapas de suas carreiras, e o setor de mídia como um
todo é fiscalizado e apoiado por associações profissionais
e organizações da sociedade civil.

CATEGORIA 5: A capacidade infraestrutural é suficiente
para sustentar uma mídia independente e
pluralista: o setor da mídia é caracterizado por níveis
elevados ou crescentes de acesso público, inclusive
entre os grupos marginalizados, e há o eficiente uso da
tecnologia para a coleta e distribuição de notícias e
informações apropriadas ao contexto local.

Os indicadores-chave e os meios de verificação são essenciais à avaliação da situação da mídia no Brasil.

Sunday, October 25, 2009

Repositórios na América do Sul

Proporção de Repositórios por Continente

OpenDOAR Chart: Proportion of Repositories by Continent - Worldwide

Repositórios na América do Sul

OpenDOAR Chart: Proportion of Repositories by Country - South America

Principais assuntos

OpenDOAR Chart: Subjects in OpenDOAR - South America

Principais idiomas

OpenDOAR Chart: Most Frequent Languages in OpenDOAR - South America

Brasil - Tipologia de Repositórios

OpenDOAR Chart: Open Access Repository Types - Brazil

Fonte: http://www.opendoar.org

Formação de bibliotecários digitais - principais objetivos


O objetivo é desenvolver a capacidade institucional das escolas e faculdades de biblioteconomia e ciência da informação para educar estudantes em um programa curricular tecnológico centrado nas pesquisas, questionamentos e realização de projetos informacionais digitais relacionados a bibliotecas digitais, virtuais, repositórios informacionais, etnografia digital, websemântica, engenharia de conhecimento, ontologias e demais tópicos relacionados.

Objetivos:

Objetivo 1. Desenvolver e avaliar o currículo que prevê uma especialização em estudos de biblioteca digital que educa e forma bibliotecários qualificados que desenvolvam suas carreiras neste sentido.

Objetivo 2. Criar uma infra-estrutura de digitalização que suporte 3 níveis de instrução em conhecimentos de digitalização.

Objetivo 3. Recrutar, educar e preparar estudantes que compreendam os fundamentos da construção e gestão de coleções digitais, e pretação de serviços virtuais. (Nível 1)

Objetivo 4. Formar um grupo de especialistas digitais, capazes de planejar, projetar e gerenciar toda a gama de iniciativas em ambientes informacionais digitais e virtuais, incluindo as questões de mobilidade e realidade aumentada. (Nível 2)

Objetivo 5. Iniciar investigações e publicações sobre as melhores práticas, criando modelos e estabelecendo as bases para futuras pesquisas em educação de gestores digitais e virtuais de informação. (Nível 3)